The Kills: 2003/2012

23 Feb

Então o Kills completou dez anos, com direito a showzaço em NY. A dupla tem uma das histórias mais legais dos últimos tempos, diz aí: pencas de parcerias bacanas, Jamie casado com Kate Moss, Alisson dando pinta de it girl na Vogue, etc etc. Acima disso, as apresentações seguem incendiárias. Difícil achar melhor ilustração para “visceral”.

Kills, 2003 (não achei de 2002)


Kills, 2012


E TEM MAIS!
 Alisson em 1999 :)

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Desktops da Ghostly

23 Feb

 

Tem outros de onde esse veio. Um bom gosto pro seu fun de tela, cortesia do sempre bacana Ghostly International.

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Vem por aí: Japandroids e Junior Boys

23 Feb

São Paulo: 08/03/2012
Cine Jóia (Praça Carlos Gomes, 82)
Ingressos entre R$60 e R$140 (infos aqui)

Mais Junior Boys

São Paulo: 09/03/2012, 23h
Beco 203 (Augusta, 609)
Ingressos entre R$30 e R$40 (infos aqui)

Porto Alegre: 10/03/2012, 23h
Beco 203 (Independência, 936)
Ingressos entre R$20 e R$30 (infos aqui)

Mais Japandroids

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Kitteh do dia: cats in space

23 Feb

Crystal Castles: vídeo novo e remix do HEALTH

22 Feb

Crystal Castles é uma banda bem qualquer coisa mas que faz todo o sentido na nossa década estranha: é uma dupla, desafia definições, tem mais referências que talento propriamente dito e não dá a mínima pra o que eu, você ou o resto do mundo acha. O som é baseado na voz sempre distorcida da gracinha-gótica Alice Glass e nas batidas e arranjos do seu comparsa Ethan Kath.

Mas o CC ganhou contornos mais interessantes quando deixou de ser tão juvenil e assumiu um som dark-pop-oitentista em seu segundo disco, homônimo, de 2010 – é nele que está “Not in Love”, com vocais do líder do Cure, Robert Smith. Desse mesmo disco retorna agora uma faixa que passou batido na  época, “Suffocation”, graças a um recém-lançado vídeo:

Alice soa bem quando deixa a histeria de lado no palco e coloca a bonita voz a serviço de algo mais próximo de uma canção. Me faz pensar se o CC não pode crescer pra se tornar um dos bons nomes da década, com um próximo álbum menos raivoso e mais bem acabado. Divagações à parte, “Suffocation” ganhou remix do povo do HEALTH (que foi sucesso electro-indie quando fez uma boa versão de “Crimewave” no distante ano de… sei lá, 2007?). Ouça abaixo:

ps: mais tipo que a Alice Glass no palco, só o japonês cabeludo do HEALTH. Sério.

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Kitteh do dia: the Unsound cat

22 Feb

O Unsound é um festivalzão polonês de música com viés (adoro usar essa palavra, “viés”, #tiposdepedante) experimental que existe desde 2010. A edição 2011 mostra como está ligado no que importa no mundo hoje e exiebe um gato preto bravo. Coisa mais Cat Effects. O line é bem legal e você vê completo aqui: Unsound Festival Expands Lineup.

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#musicmonday: Jammie N Commons, Santigold, Lightships (…)

20 Feb

O que ví/ouvi essa semana.

Lightships – Sweetness In Her Spark

É o debut do novo grupo de Gerard Love e, não por acaso, soa exatamente como deveria. Como Teenage Fanclub.

The Glass- Washed Up

Vai pra balada hoje? É CARNAVAL, WOOOOOW! Taí, música e clipe totalmente party-pleasing. Achei no Feeling the Blank

Yacht – Shangri-LA


Utopia. Los Angeles. A piração atual da dupla maluquinha/feliz da DFA que é, originalmente, de Portland.

Jamie N Commons – The Preacher

Não conhecia, me pegou por acaso outro dia quando invadi uma reunião que não era a minha na MTV (essas coisas acontecem). Deve passar na faixa de clipes do GOO qualquer hora, se houver alguma justiça no mundo.

Wooden Wand – Winter in Kentucky


Indie-folk-deprê de James Jackson Toth com direito a orgãos.

Santigold

Santi White ensaia retorno com direito a tour com o Red Hot Chilli Peppers e tudo. Pra mim a moça é gênio e seu primeiro disco teve mais atenção da crítica do que do disco – mas envelheceu muito bem nesses três (ou quatro) anos, pode procurar pra ouvir. A voz dela continua grave e clara, as referências bacanas estão no lugar. Master Of My Make-Believe chega em algum momento desse ano.

E NÃO É SÓ ISSO!

A nova do Heartless Bastards que saiu em dezembro passado apareceu aqui em ótima crônica no no Said the Gramophone

Pode se preparar pra ouvir falar horrores do Alabama Shakes assim que o primeiro álbum sair (já tá em pre-order no bandcamp). Enquanto isso, tem música nova, “Heavy Chevy”, aqui. Se não conhece, é a hora:

Momentinho hype-do-Brooklyn: o School of Seven Bells assume 100% de sua parcela Cocteau Twins Lush no novo disco, Ghostory. Já dá pra ouvir no no hypem e o RCRDLBL disponibilizou um remix inacreditável pelo pessoal do Scissor Sisters.

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off-Carnaval: El Guincho e Silver Apples em São Paulo.

17 Feb

Detesto Carnaval. Mas amo ficar em São Paulo nos feriados. Dito isso, tenho três coisas legais pra fazer esse feriado.

Silver Apples

Taí, uma coisa cult pro seu feriado inteligente na cidade vazia. Vamos ver um senhor na aurora de sua sétima década de vida mostrando música eletrônica experimental e hipnótica? VAMI!

Esse é Simeon Coxe III tocando “Oscillations” versão 2010, uma das composições do Silver Apples. O projeto lançou apenas dois álbuns, em 1968 e 1969, hoje reverenciados como pioneiros de técnicas de sampling e intenções hipnóticas. É música eletrônica vanguardista e experimental, cheia de modulações, altamente psicodélica, bebendo sem medo da inesgotável fonte do kraut rock. Ficou décadas na obscuridade, assunto apenas entre nerds musicais, e foi redescoberto com força total nos anos 90, não por acaso o auge da eletrônica, justificando uma série de apresentações pelo mundo. Atualmente Coxe se apresenta sozinho, já que a outra metade da maçã, o baterista Danny Taylor, morreu em acidente em 2005. Raridade. Rola HOJE, sexta-feira, no SESC Vila Mariana, às 21h.

Vá e faça comentários sobre Stockhausen e a música experimental no contexto do pós-guerra europeu. Alala-ô, galera!

El Guincho

Sem Silver Apples provavelmente não haveria algo como El Guincho, estranho projeto de Pablo Díaz, nascido nas Ilhas Canárias.

Díaz chamou a atenção em 2008 com Alegranza!, disco que marca um tipo de experimentalismo tropical, dançante e polirritmico. Influências variadas são a tônica, como em tantas coisas da década atual. Entra no caldeirão percussão cubana, David Bowie, eletrônica alemã e, porque não, a guitarrada paraense. Tudo com um clima, digamos, malemolente,

O site oficial de seu álbum atual, Pop Negro, lançado pela cool Young Turks (casa de The xx, Holy Fuck e Chairlift), tem uma tela dedicada às influências do álbum, declaradamente “a era de ouro das gravações em áudio dos anos 70 e 80″. Wow.

Perfeito pruma noite quente de verão que nem hoje. Sim, hoje, e no mesmo horário do Silver Apples, no SESC da Pompéia. Ainda há ingressos disponíveis. Vá, encha a cara de choppe e emende no Neu!, ali perto, donde aliás o El Guincho discotecou ontem – ele tá em SP desde o começo da semana.

Ops, faltou uma?

Bom, a terceira coisa é ficar em casa lendo sobre mecânica de foguetes e assistindo cinema revolucionário soviético já que pessoas que detestam Carnaval devem cultivar hábitos inteligentes e intenções elevadas. Minha leitura do feriado é essa.

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#WTF

16 Feb

eu sempre quis aprender a tocar harpa <3

(via Instagram)

 

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Cat’s Eyes

16 Feb

 

Inspirational gallery: 60s does 20s | Style High Club.

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