Entrevista Japandroids para MTV1#2

(original aqui).

ENTREVISTA: JAPANDROIDS

Postado Gaia Passarelli // Entrevistajapandroids

Eu entrevistei os Japandroids no começo do ano quando a dupla, de Vancouver, Canadá, estava a caminho do Brasil. Na época, Brian King e David Prowse estavam às vésperas de lançar seu terceiro disco, ‘Celebration Rock’, e não podiam falar muito sobre ele.

Passados alguns meses, ‘Celebration Rock’ é considerado um dos melhores álbuns de rock do ano por sites como o Stereogum. O disco foi lançado no Brasil, pela Deck/Vigilante e também está disponível no Bandcamp – pode procurar que vale a pena!

Conversei com eles novamente, especialmente para saber qual foi a repercussão do novo álbum e como foram os shows no país.

Gaía: Na última vez que nos falamos, vocês estavam a caminho do Brasil. O que podem me falar sobre a experiência?

Brian King: Foi maravilhoso! O país e as pessoas são muito bonitos. Os shows foram consideravelmente mais divertidos do que imaginávamos, e o público era muito entusiasmado. Eu só gostaria de ter feito mais shows, mas fica para a próxima vez.

Depois da turnê sul-americana, vocês lançaram o álbum ‘Celebration Rock’, o terceiro de estúdio. Como está a resposta do público?

A resposta tem sido verdadeiramente impressionante. Nossos fãs parecem surpresos com o álbum, e estamos tocando para um público cada vez mais animado e cheio de energia.

‘Celebration Rock’ é um ótimo nome! É assim que vocês veem o som do Japandroids?

Sim, nós tocamos rock and roll para celebração. Pelo menos é assim que pensamos.

Vocês se inspiram em outros duos do rock? Quais?

Suicide, The White Stripes, Big Business, Royal Trux, Tweak Bird, Eric B. & Rakim, The Kills, Lightning Bolt, OutKast, No Age, Ike & Tina Turner, Om, Soft Cell, Glass Candy, Japanther, Massive Attack, Justice, Death From Above 1979, The Inbreds, Handsome Furs, PS I Love You, Black Cobra, Flat Duo Jets, Moon Duo, Wolves In The Throne Room, etc.

O álbum começa e termina ao som de fogos de artifício. Por que?

Não há uma razão especial. Achei que seria uma ideia divertida começar e terminar a gravação com o mesmo som. Assim, quando você ouve o álbum no ‘repeat’, não parece que ele termina ou começa. Parece um loop contínuo. Algumas pessoas dizem que os fogos adicionam uma aura de celebração para a música, e eu não posso deixar de concordar.

About gaia passarelli

Freelance writer and traveler, based in Sao Paulo, Brazil.

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